Atrasei a parcela do empréstimo, e agora?

Por Redação IQ 360

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Quando tomamos um empréstimo, geralmente o motivo principal é uma dívida já adquirida que precisa ser quitada assim que possível. Mas se deixarmos de pagar as parcelas do empréstimo depois, essa bola de neve pode acabar trazendo dores de cabeça ainda maiores.
O ideal, desde o começo, é fazer um planejamento e verificar se as parcelas poderão caber no seu orçamento mensal. Claro que os imprevistos podem chegar a qualquer momento, atrapalhando qualquer tentativa de se programar. Na medida do possível, o caminho é minimizar os riscos e os danos.
Confira algumas dicas dos especialistas:

Nome sujo na praça

Quando você deixa de pagar as parcelas do empréstimo, é bem provável que o banco ou a financeira acabem colocando o seu nome e o seu CPF nos bancos de dados das empresas de proteção ao crédito, como Serasa e SPC. Se você não conseguiu evitar que isso ocorresse, o melhor jeito é tentar renegociar a dívida o mais rápido possível para que o seu nome volte a ficar limpo o quanto antes.

Renegociar a dívida

Para fazer essa renegociação, converse com o seu gerente. Se possível, antes de ficar devendo as primeiras parcelas. Segundo os especialistas, informar os seus imprevistos ao banco não vai fazer com que a dívida seja perdoada, mas demonstra boa fé e que você está disposto a tentar resolver o problema da melhor forma possível. Se o atraso da parcela já ocorreu, também vale a regra de quanto antes você renegociar, melhor, evitando que os juros fiquem ainda maiores.

Baixa no Score

Se até adquirir a dívida do empréstimo o seu Score era alto, é bem provável que ele comece a baixar rapidamente com o atraso nas parcelas. Ou seja, você deixa de ser considerado um bom pagador para o mercado e o seu CPF começa a apresentar riscos aos bancos e instituições financeiras. Isso também significa que caso queira procurar um outro banco para fazer um novo empréstimo, a sua chance será quase remota.
Saiba como conferir o seu score de crédito.

Ofereça alguma garantia

Caso tudo isso aconteça e somente o seu banco possa realmente ajudá-lo, uma saída seria apresentar um bem como garantia. Ou seja, se você tem um veículo ou um imóvel que poderia apresentar em um refinanciamento, isso resolve bastante a sua situação. Mas lembre-se: só é recomendável oferecer como garantia um segundo carro ou imóvel. Se tiver apenas um veículo e morar no único apartamento da família, essa alternativa não pode ser considerada, sob o risco de perder tudo e ainda continuar com dívidas.
Se você ainda está fazendo cotações para o seu empréstimo e não quer se endividar, utilize o comparador do IQ e veja qual opção se enquadra melhor no seu orçamento: