O que é Custo Efetivo Total e por que é importante para o seu empréstimo?

Por Redação IQ 360

Índice de Conteúdomenu

  1. O que é Custo Efetivo Total?
  2. Como usar CET para avaliar empréstimos
  3. Como usar CET para avaliar financiamentos
  4. Cuidado com parcelas "sem juros"

Ao contratar um empréstimo ou financiamento, o consumidor paga outras despesas além dos juros, que podem estar inclusas e mudar o valor final. Ter conhecimento do custo efetivo total permite comparar melhor as ofertas de crédito.

O que é Custo Efetivo Total?

O Custo efetivo total, ou CET, é o total de encargos e despesas a serem pagas pelo cliente em uma transação financeira.

Além dos juros cobrados pelas instituições, são acrescidos tributos, tarifas, seguros, custos de registro, entre outros, aumentando a taxa final da operação. O CET leva em consideração todas essas despesas e dá o valor real que será cobrado.

Instituído pelo Conselho Monetário Nacional por meio da Resolução 3.517 de 6 de dezembro de 2007 com o intuito de dar maior transparência nas transações financeiras, o CET é expresso na forma de percentual anual. Por lei, todas as instituições são obrigadas a informar o CET.

Como usar CET para avaliar empréstimos

A taxa de juros não é a única coisa que se deve avaliar na hora de contratar um empréstimo. Diferentes bancos e financeiras podem oferecer a mesma taxa de juros, mas o custo efetivo total pode variar.

Isso acontece porque cada instituição tem a liberdade de instituir o valor que quiser para as outras despesas inclusas, como tarifas, tributos, seguros, registro, entre outros.

O objetivo da CET é facilitar e dar transparência para as transações financeiras. Com ela o consumidor poderá escolher a melhor linha de crédito, pois nem sempre juros mais baixos representam o melhor negócio.

Como usar CET para avaliar financiamentos

Quando se faz uma simulação de um financiamento imobiliário, muitas vezes não aparece o Custo Efetivo Total. Pessoas leigas não sabem que aquele valor não será o custo total. Especialmente em financiamentos longos, como é o caso do imobiliário, qualquer valor a mais dará uma diferença significativa no final.

Nos financiamentos imobiliários, além da taxa de juros cobrada por cada instituição, outros dois seguros vêm inclusos no financiamento: o Morte ou Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI).

Outras tarifas ainda podem ser acrescidas, como por exemplo a tarifa de cadastro, de avaliação de bem, registros, IOF e outros. Por esse motivo se faz necessário o conhecimento não só dos juros, mas do Custo Efetivo Total (CET) dos financiamentos.

Cuidado com parcelas "sem juros"

Quando comparamos operações de crédito, nem sempre a que tem juros mais baixos ou juro 0% é a mais vantajosa. Isso porque outras taxas e tributos são incluídas nessa transação.

A oferta “sem juros” na verdade estará cobrando outros encargos, mas a palavra “sem juros” costuma atrair o consumidor. Por lei, todas as instituições financeiras devem informar o CET, que também deve estar nos anúncios publicitários.

Se você quer procurar a melhor opção de empréstimo para o seu perfil, confira abaixo o Simulador de Empréstimos do IQ 360: