Diferenças entre financiamento e crédito pessoal

Por Redação IQ 360

Índice de Conteúdomenu

  1. Crédito pessoal
  2. Financiamento
  3. Qual escolher?

No momento em que as dívidas começam a se acumular, a solução mais procurada pela maioria das pessoas é recorrer ao crédito pessoal. No entanto, existem modalidades que podem ser mais vantajosas em termos de taxas de juros e número total de parcelas. Uma delas é o financiamento.

Entenda as diferenças entre as duas e saiba qual é a melhor para o seu atual momento:

Crédito pessoal

O empréstimo pessoal é aquele em que o correntista de um banco pode solicitar ao seu gerente uma quantia específica para usar como preferir. Ou seja, a contratação não está vinculada a nenhum bem de alto valor. O cliente faz a solicitação informando o valor que deseja pegar emprestado e o banco ou instituição financeira avalia a sua capacidade de pagamento, se o seu nome não está sujo, se o número de parcelas e o valor de cada uma é compatível com a sua renda e qual seria o período de carência para começar a quitar a dívida. O uso desse dinheiro também é livre, seja para pagar uma outra dívida, seja para comprar algo específico, fazer uma viagem ou qualquer outra finalidade. Como não há uma garantia de que as parcelas serão pagas em dia, os juros acabam sendo maiores do que os de um financiamento.

Financiamento

Esse tipo de empréstimo está diretamente vinculado a um bem de alto valor específico, como um imóvel ou um veículo. Nesses casos, o valor solicitado não poderá ultrapassar o valor de mercado do bem que é oferecido como garantia. Por exemplo, se o empréstimo for com base no valor de um automóvel de R$ 50 mil, esse será o teto que o banco poderá disponibilizar ao cliente interessado em fechar um contrato de empréstimo. Se o cliente não conseguir honrar com as parcelas, o bem poderá ser tomado pelo banco. Ou seja, por um lado, o cliente precisa estar bastante consciente de que ele corre esse risco; por outro, os juros acabam sendo muito menores.

Qual escolher?

Antes de fechar o contrato, avalie a sua capacidade financeira de honrar com os pagamentos. Se você precisa do dinheiro com urgência e não tem certeza de como estará no futuro, é melhor aceitar os juros mais altos e contrair um empréstimo pessoal. Em último caso, você poderá renegociar a dívida lá na frente. O financiamento é mais indicado para quem tem uma renda fixa e só precisa de um adiantamento, sem correr o risco real de perder o imóvel ou o carro da família. Nesse caso, os juros serão menores e mais atrativos.

De qualquer forma, nas duas modalidades, vale a regra fundamental de fazer uma boa pesquisa no seu banco e nas demais instituições que oferecem crédito e financiamento. Negocie os prazos, as parcelas e compare as taxas de juros.