Como pagar o INSS como autônomo?

Por Redação IQ 360

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A Previdência Social é um seguro público que garante aos trabalhadores vários direitos importantes. Como aposentadoria por invalidez, idade ou tempo de trabalho, afastamento por doença ou acidentes, pensão por morte, seguro-desemprego e licença-maternidade.
Para ter acesso a todos estes benefícios é preciso pagar uma contribuição para o INSS. Os trabalhadores que estão registrados pelo regime de Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT, já têm esta contribuição descontada diretamente no pagamento.
Quem trabalha como autônomo também precisa pagar o INSS. Aí começam as dúvidas: como fazer o pagamento? Na realidade é bem simples, vamos dar um passo a posso para te ajudar.

Como pagar INSS como autônomo?

Primeiro é preciso ter uma inscrição no Programa de Integração Social (PIS), que no caso do autônomo é classificado como contribuinte individual.
Se você já teve um emprego de carteira assinada, já tem o PIS. Mas se você nunca trabalhou em regime de CLT, precisa se inscrever no site da Previdência Social.
Com o PIS cadastrado você deve escolher o tipo de contribuição, que pode ser:

– Contribuinte Individual – Mensal
– Contribuinte Individual – Trimestral
– Contribuinte Individual – Mensal – Com dedução de 45% (Lei 9.876/1999)
– Contribuinte Individual – Trimestral – Com dedução de 45% (Lei 9.876/1999)
– Contribuinte Individual – Rural Mensal
– Contribuinte Individual – Rural Trimestral
– Contribuinte Individual – Rural Mensal – Com dedução de 45% (Lei 9.876/1999)
– Contribuinte Individual – Rural Trimestral – Com dedução de 45% (Lei 9.876/1999)

Depois de escolher o tipo de contribuição, você deverá gerar a Guia da Previdência Social (GPS), que é o “carnê do INSS” que deve ser preenchido manualmente ou pela internet.
Após ter preenchido esta guia, é só pagar em qualquer banco ou casa lotérica e pronto, você já está contribuindo. Ah, o pagamento deve ser feito até o dia 15 do mês seguinte.

MEIs

Outra forma de contribuição que pode ser interessante para o autônomo é se tornar Microempreendedor Individual (MEI).  Para se enquadrar na categoria é preciso faturar no máximo R$ 81 mil por ano. Também não pode ser sócio ou titular em outra empresa.
Entre as vantagens de ser um MEI, está a possibilidade de ter um Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que ajuda na abertura de contas bancárias, pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais.
O MEI pode ter um empregado que receba salário mínimo ou o piso da categoria. O cadastro pode ser feito no site no Portal do Empreendedor.