5 profissões mais mal pagas no Brasil

Por Redação IQ 360

Índice de Conteúdomenu

  1. Professores de Educação Básica
  2. Professores (especializados em matérias específicas)
  3. Professores de Disciplinas Profissionais
  4. Enfermagem
  5. Serviço Social

A crise econômica do país tem causado aumento nos índices de desemprego e pobreza nos últimos anos, além de reduzir o poder de compra e média salarial dos brasileiros. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 1% dos trabalhadores brasileiros com maiores rendimentos recebem, em média, R$27.213 por mês e os 50% com menor rendimento recebem R$754 mensais.

No primeiro trimestre de 2018, o desemprego atingiu o nível de 12,7%, segundo o IBGE. Atualmente, o país tem mais de 65 milhões de pessoas sem trabalhar porque desistiram de procurar emprego. O cenário não é nada otimista, o que também pode afetar as atuais relações de trabalho, que se tornaram instáveis. As mudanças econômicas, avanços tecnológicos e excesso de pessoas formadas em uma determinada área ajudam na desvalorização de algumas profissões.

Uma pesquisa do IBGE definiu, com base no cargo mais alto de chefia a remuneração do novo profissional, quais as profissões mais mal pagas e desvalorizadas do país. A maioria das primeiras colocadas apresenta baixo potencial de crescimento profissional e aumento salarial, além de pressão diária, exposição à violência e jornadas longas.

No ranking geral, a profissão de entregador ficou com a pior colocação, com média salarial de R$12mil ao ano, seguido por assistentes de cozinha, garçons, empregadas domésticas e motoristas de ônibus. Confira abaixo em quais as carreiras, que exigem nível superior, estão as piores remunerações.

Professores de Educação Básica

Com exigência da formação em Pedagogia, os professores de educação básica e infantil são os que possuem a média salarial inicial mais baixa do ranking. O valor recebido por mês, que pode variar de acordo com cidades e estados onde se atua, fica na média de R$1.878.

Professores (especializados em matérias específicas)

Profissionais que ensinam matérias específicas (matemática, história, geografia etc.) no ensino fundamental e médio, em escolas públicas e privadas, ficam com a segunda colocação em relação ao pior salário. A média nacional do valor pago a esses profissionais é de R$2.080.

Professores de Disciplinas Profissionais

E, mais uma vez, os professores ficam em uma das piores colocações da lista com os menores salários. Nesse caso, são professores de ensino superior e profissionalizante que na média também não ganham muito em começo de carreira, o que também pode variar de acordo com a experiência profissional e local de trabalho.

Enfermagem

Mesmo sabendo que profissionais de saúde sejam sempre necessários e requisitados pelo mercado, o salário inicial é também e um dos menores do país. Apesar de a média ser R$2.238, esse valor varia de acordo com o local de trabalho (hospitais, clínicas etc), tempo de carreira, cidade e estado onde o profissional trabalha.

Serviço Social

Conselheiros tutelares, assistentes sociais, consultores e analistas de responsabilidade social necessitam de preparo acadêmico e emocional, mas, mesmo assim, figuram entre os menores salários médios do país. Esses profissionais são essenciais em todas as cidades e estados brasileiros, mas a média salarial inicial é de R$2.416.