O que é a B3?

Índice de Conteúdomenu

  1. Sobre a B3
  2. Como investir na bolsa de valores?

Bolsa de valores é a instituição que realiza a compra e venda de ações. No Brasil, a B3 – que é o resultado da união da BM&FBovespa e da Cetip em março de 2017 – é a responsável por essa atividade.

A Bolsa de valores funciona como um mercado, onde empresas e pessoas se relacionam através da compra e venda de títulos e ações. Quando um investidor decide vender uma ação e outro investidor tem interesse em comprá-la, a Bolsa será o ponto de encontro.

Dois grandes benefícios da Bolsa de valores são a possibilidade de um maior retorno para o investidor que procura por uma opção de renda variável e a organização das negociações dentro de um ambiente seguro tanto para o investidor quanto para as empresas.

Para isso, existem entidades como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), vinculada ao Ministério da Fazenda, que tem como objetivo fiscalizar, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil; e a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), uma empresa responsável pela custódia das ações e outros títulos privados no mercado financeiro brasileiro.

Sobre a B3

A B3 foi originalmente fundada em 23 de agosto de 1890 por Emílio Rangel Pestana com o nome de Bolsa Livre.

O empresário oferecia serviços até então inéditos, como a compra e venda de títulos e a intermediação em operações bancárias. Fechada em função das políticas econômicas adotadas na época, ela foi reaberta alguns anos depois com o nome de Bolsa de Fundos Públicos de São Paulo.

Em 1935, recebeu o nome de Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), como ficou conhecida até 2007.

Em meados do ano 2000, as Bolsas de Valores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Brasília, Extremo Sul, Santos, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Paraná e a Bolsa Regional foram integradas à Bovespa, que fica responsável por toda a negociação de ações no Brasil.

Com esse movimento, a Bovespa se torna forte no mercado de ações no país. Em 2007, a instituição realiza o IPO (sigla de Initial Public Offering, ou Oferta Pública Inicial) e, no ano seguinte, realiza a fusão com a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), passando a ser chamada BM&FBovespa.

Em março de 2017, a BM&FBovespa realiza a fusão com a Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (Cetip), uma sociedade civil brasileira sem fins lucrativos que disponibiliza sistemas eletrônicos de custódia, registro de operações e liquidação financeira no mercado de títulos públicos e privados. Mudando mais uma vez de nome e sendo agora conhecida como B3, sigla para Brasil, Bolsa, Balcão.

Como investir na bolsa de valores?

Quem compra ou vende uma ação é chamado de investidor. Contudo, na maioria das vezes, essa pessoa não realiza esse procedimento diretamente com a Bolsa de valores. É preciso uma intermediação nesse processo, e quem é responsável por isso são as corretoras de valores.

O investidor pode encontrar na Bolsa de valores alguns produtos como:

  • ações;
  • títulos de renda fixa;
  • contratos futuros de commodities;
  • contratos futuros de moedas;
  • contratos futuros de índices.

Como posso comprar uma ação?

Uma ação pode ser comprada de três maneiras:

  • A partir dos fundos de investimento, onde existe um administrador que recebe o dinheiro de um grupo de pessoas e vende para esse investidor cotas do total de ações que esse fundo tem. Alguns exemplos de fundos de investimento são os fundos de renda fixa, fundos de ações, fundos de multimercados e fundos cambiais.
  • Através dos clubes de investimento, que funciona de uma maneira menos formal do que um fundo ao reunir um grupo de pessoas, como amigos ou parentes, que abrem um fundo coletivo junto a uma corretora.
  • De forma individual, escolhendo o papel que é mais interessante para você em determinadas situações.

Nos três casos existe a intermediação de uma corretora ou instituição regulamentada pela CVM. Conheça as corretoras regulamentadas aqui.

Quais impostos e taxas eu pago na hora de comprar ou resgatar uma ação?

Alguns dos impostos e taxas que você deve pagar na hora de comprar ou resgatar um título são:

  • Taxa de administração, que é cobrada anualmente pela corretora ou pelos fundos. O valor é proporcional ao valor aplicado e ao período da aplicação;
  • Taxa de corretagem, cobrada a cada ordem de compra ou venda de uma ação;
  • Taxa de custódia, cobrada mensalmente pela guarda das ações. Algumas corretoras não cobram mais essa taxa ou a taxa de administração;
  • Taxas de emolumentos, que é paga para a bolsa de valores e é calculada em cima do valor que envolve a compra ou venda de ações;
  • Taxa de performance, que é cobrada quando o fundo de investimento supera a rentabilidade esperada;
  • Imposto de renda.

Existe um valor mínimo para investir em ações?

Não existe um valor mínimo para se investir em ações. Para quem investe valores pequenos, como R$ 1.000,00, é interessante optar por um fundo ou um clube para aumentar o lucro obtido.

Quais são os riscos de se investir em ações?

A compra e venda de ações é uma atividade de alto risco. Isso porque existe uma variação diária no valor de uma ação. Assim, se um papel foi comprado por R$ 30, no dia em que for negociado o mesmo pode ter um valor mais baixo ou mais alto, dependendo da dinâmica do mercado. Essa variação é chamada de risco de mercado e acontece em função de alterações no setor de atuação da empresa que emitiu o título.

Outro risco tem relação com a liquidez, onde pode não se conseguir vender uma ação. Para mitigar esse tipo de risco o ideal é negociar ações conhecidas e de grande negociação no mercado acionário.

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