5 situações em que as pessoas acham que o Seguro de Vida cobre, mas não cobre

Por Redação IQ 360

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O seguro de vida é uma ótima maneira de garantir a estabilidade financeira de familiares e dependentes em caso de morte do segurado por situações inesperadas. Os tipos de incidentes cobertos e que garantem indenização podem variar muito dependendo do tipo de apólice e da própria seguradora, que deve estar registrada na Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do governo federal que regulamenta o setor no Brasil.
Os seguros de vida podem ser coletivos (oferecidos pelo empregador aos funcionários) ou individuais. Enquanto o primeiro é oferecido de acordo com o perfil de um grupo de pessoas, o segundo é personalizável para atender necessidades específicas do segurado.
Entretanto, é importante estar atento para o que a apólice cobre ou não, já que os riscos incluídos podem variar e você se surpreender negativamente em caso de sinistro. Outro ponto importante é que as seguradoras possuem uma lista de riscos excluídos, ou seja, das quais se isentam do pagamento, como, por exemplo, danos causados ao segurado por operações de guerra; uso de material nuclear e contaminação radioativa; epidemia declarada pelo estado, entre outros.
Confira a seguir situações em que as pessoas acham que o seguro de vida cobre, mas não cobre.

Morte por acidente

Nem todas as situações de morte por acidente são indenizadas pelo seguro de vida, como dito anteriormente. Se a morte for causada por qualquer fator incluso na lista de riscos excluídos da apólice, o pagamento não será feito. Além disso, é preciso saber se o seu seguro também garante cobertura para esse tipo de incidente, já que em alguns casos a apólice só cobre morte natural, que ocorre em decorrência de doenças ou velhice.

Invalidez temporária

Casos de invalidez só são indenizadas pelo seguro quando são permanentes e inviabilizam a independência ou execução da principal atividade laboral do segurado. A indenização só é liberada depois que há alta e o tratamento é finalizado, esgotando todos os recursos terapêuticos disponíveis para a recuperação, além da constatação da invalidez permanente por um médico. Quando parcial, ou seja, se ela ainda permitir alguma função da parte do corpo lesada, o valor pago não será o total, mas sim, proporcional ao percentual estabelecido no plano do seguro.

Suicídio

Segundo o que é previsto no art. 798 do Código Civil, a seguradora se exime do pagamento da indenização quando há suicídio ou danos causados ao segurado pela tentativa de suicídio durante o período de carência de dois anos, desde a contratação do serviço.

Desastres naturais

Embora as apólices mais completas tenham cobertura de morte por acidentes, parte das seguradoras não inclui danos causados por alguns tipos de desastres naturais, que estão entre os riscos excluídos, como furacões, ciclones, terremotos, erupções vulcânicas, entre outros.

Álcool e drogas

Atenção, as seguradoras também costumam se eximir do pagamento de sinistros causados por acidentes ocorridos em decorrência de alterações comportamentais provocadas por causa do uso álcool ou drogas pelo segurado. Entretanto, mesmo essas situações devem estar descritas na apólice.
Por isso fique atento, leia todas as cláusulas da apólice e pergunte à corretora o que está ou não incluso.