Como e onde escolher um seguro residencial?

Por Redação IQ 360

Antes de mais nada, na hora de escolher um seguro de residência você precisa entender quais são suas prioridades, ou seja, aquilo que você considera realmente necessário. Este tipo de avaliação vai te ajudar a ir atrás de um produto que verdadeiramente lhe atenda, e ainda te ajudará a poupar dinheiro.
Parta para esta busca sem preconceitos e saiba que o seguro de residência é um dos melhores custos x benefícios do mercado de seguros: seus valores não são dos mais altos e suas garantias são normalmente muito boas. Para você ter noção, é possível gastar a partir de R$ 10 por mês com uma cobertura básica e uma indenização máxima de R$ 40 mil. Mesmo apólices mais caras, com adicionais, não passam muito de R$ 50 ao mês.
Dito isso, o ideal é que você vá em busca de um corretor de sua confiança que possa entender suas necessidades e traduzi-las em ofertas de produtos mais interessantes para o seu perfil. Tendo encontrado este profissional, peça a ele que faça ao menos três cotações em diferentes empresas para que você possa comparar preços, benefícios e condições do contrato. Talvez você se surpreenda com a grande diferença de valores apresentados por aí para um produto similar, por isso, vale o empenho.

Escolha da seguradora

Antes de definir a seguradora que irá lhe fornecer o seu seguro de residência, certifique-se sobre sua reputação, estabilidade no mercado e seu histórico. Você também deve conferir se esta empresa é registrada na Susep, que é o órgão responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguros.

Na contratação do seguro de residência

Na hora de contratar um seguro de residência, além das coberturas básicas, avalie com calma os critérios de bens não garantidos pelo seguro, franquias aplicadas em caso de sinistro e benefícios agregados ao produto, como sorteios e assistências 24h. Não deixe de conferir no manual do segurado os riscos excluídos, para não ter nenhuma surpresa desagradável depois.
Saiba que o custo final de seu seguro, além obviamente de suas escolhas de cobertura, estará vinculado ao perfil de seu imóvel. Neste sentido, o Idec recomenda que o consumidor se atente ao questionário de avaliação de riscos, pois as empresas o utilizam como cobertura para calcular o valor do seguro e se houver informações erradas, elas podem se isentar do pagamento em caso de sinistro.
Nesta etapa, também é importante que você faça um inventário de todos os bens que estão dentro da casa, identificando aqueles que precisam de cobertura. Muitas empresas não dispõem deste tipo de serviço para levantamento de bens, desta forma, exija que o inventário realizado por você esteja anexo à sua apólice. Caso você possua objetos como joias, obras de arte, coleções, entre outros, provavelmente precisará fazer um seguro específico para estas peças.

Na assinatura do seguro de residência

Você sabia que mesmo após a assinatura da proposta as seguradoras ainda têm um prazo de 15 dias corridos para fazer análise das informações e aceitar o risco? Portanto, não pense que sairá com sua apólice de baixo do braço. Caso não tenha resposta ao final deste período, isso quer dizer que sua proposta foi automaticamente aceita e, portanto, você pode cobrar o seu corretor por sua apólice. Uma vez com a apólice em mãos faça questão de ler novamente todas as informações, prazos, coberturas, custos e reajustes. Além de te prevenir de surpresas negativas, esta segunda checagem é importantíssima em caso de erros, que devem ser imediatamente corrigidos pela seguradora.