Seguro de Smartphone, vale a pena?

Por Redação IQ 360

Índice de Conteúdomenu

  1. Custo de um seguro
  2. Coberturas adicionais
  3. Vale a pena?

Com os smartphones cada vez mais caros, as seguradoras começaram a oferecer seguros para celular. Para avaliar se esse seguro vantajoso, é necessário comparar o preço do celular e do quanto custaria para consertá-lo em caso de dano com o preço do seguro.

 

Quanto custa um Seguro de Smartphone

O valor do Seguro de Smartphone depende do preço de mercado do dispositivo e do seu modelo. Outros aspectos que influenciam no preço são a vigência do seguro, que costuma variar de um a dois anos, e a cobertura escolhida pelo cliente.

Para fazer uma apólice que protege o smartphone, existem pré-requisitos. Entre eles, o celular não pode ter mais de 12 meses de uso e é preciso apresentar a sua nota fiscal. Algumas seguradoras também exigem que o aparelho tenha um valor mínimo para que possa ser feita a apólice.

Os seguros mais comuns são os planos básicos, que cobrem somente roubo e furto qualificado. No primeiro caso, existe ameaça à integridade física do segurado e, no segundo, não há violência, mas vestígios do fato. Isso significa que essa cobertura não indeniza clientes que tiveram o celular roubado de dentro de uma bolsa, por exemplo, pois é considerado furto simples.

Para receber a indenização nesses casos, o usuário deve fazer um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima e apresentar para a seguradora. Quando o aparelho sofre danos, é a própria seguradora que envia para a assistência técnica para identificar a necessidade de conserto ou de troca do aparelho.

Quanto mais ampla a cobertura, maior o valor do seguro de smartphone. De acordo com o sinistro, o segurado pode receber a sua indenização em dinheiro ou um novo aparelho similar ou igual. Quando o pagamento é feito em dinheiro, o valor entregue ao cliente é referente ao preço de mercado do aparelho quando o serviço foi contratado.

Coberturas adicionais para seguro de smartphone

Além da cobertura básica para seguro de smartphone que inclui os casos de roubo e de furto qualificado, sendo que em ambas as situações a seguradora garante a reposição do aparelho, existem as coberturas adicionais.

Quebra Acidental

Essa cobertura permite que a indenização seja acionada quando ocorre a quebra acidental do aparelho. Se o smartphone não puder ser consertado, a seguradora faz a troca por um produto novo. Durante a vigência do contrato, o celular pode ser consertado mais de uma vez, embora o valor total não possa ser superior ao custo da indenização.

Danos físicos

Nessa cobertura estão incluídos os danos físicos que o celular pode sofrer em determinadas situações. Entre elas, quando o segurado sofre um acidente que danifica o aparelho, durante um incêndio, queda de raio ou em uma tentativa de roubo.

Danos elétricos

O smartphone está protegido com essa cobertura quando sofrer danos por conta de descargas elétricas, curtos circuitos e oscilações de energia.

Danos por água/líquido

Outro risco previsto é a queda do celular na água. Já que nessas situações o aparelho dificilmente volta a funcionar, o mais comum é que o segurado receba um novo. Essa cobertura também inclui a oxidação do celular por conta de umidade e maresia.

Garantia Internacional

Essa é mais um tipo de cobertura que o cliente pode escolher e que protege o seu aparelho mesmo quando estiver em viagem para fora do país.

Conclusão: seguro de smartphone vale a pena?

Normalmente o seguro de smartphone favorece aqueles que têm aparelhos caros e que, caso sejam furtados, roubados ou danificados, teriam que pagar um conserto também caro.

Outra forma de avaliar a necessidade de contratar um seguro é considerando o número de roubos e furtos de smartphones registrados em sua cidade ou região. Alguns lugares possuem taxas maiores, como as capitais brasileiras, onde há um amplo mercado ilegal para aparelhos roubados.

Quanto às coberturas adicionais, quem vai contratar o seguro pode ampliar a proteção do aparelho se ele estiver sujeito a acidentes frequentes.